outubro 27, 2010

Me levanto e sinto vontade de deitar.
Deito-me e sinto ânsia de me por de pé (relativamente)
O sono insiste em se ausentar, onde está minha paz? Roubaram-me (os sonhos,insistindo em me anular) Naõ quero nada além de mim, sei isso é egoísmo. E ter algo pra se encontrar? isso é equívoco.
Ser só é opção, ser obrigada a deixar de ser só é intrusão.
Isso não é viver é sobreviver.Quem pode viver assim?

outubro 20, 2010


Não consigo escrever poesia:não sou poeta.Não consigo dispor as palavras com tal arte que elas reflitam as sombras e a luz,não sou pintor...Mas consigo fazer tudo isso com a música...
Wolfgan Amadeus Mozart

outubro 16, 2010

E saimos de casa imaginando um mundo gigante. A liberdade grita, até nos faz pensar que é real.
Tudo me faz crer estar enganada, tudo me faz ver que estive enganada, eu não esperava essa tristeza repentina, eu não esperava tenta tragedia dentro de mim, no final de uma terça feira calma. Pensei estar livre, doce ilusão o corpo é livre, a alma está aprisionada.
Chuva na porta.Os pingos anunciam um novo tempo.
Tenho que ser firme, por nós.Tenho que me vestir de coragem.
Eu sabia que você viria. Não imaginei que me invadisse tão cedo.
Tenho que agradecer a Deus e a chuva, aos meus desejos, que parecem florir em meio aos medos.

outubro 15, 2010

video

Medo

Mudo
Mundo
   Urro
Surdo
Sur
Surge o Medo
Mudo do Mundo.

Chuva


Chega a ser linda.
Tua força, parece fragil, é trágica.
O medo ainda cobre as paredes, com manchas que me provocam.
Se eu tivesse coragem, deixaria que me cobrisse.


                                                              A noite estrelada   
                                                            Isso não impede que eu tenha uma terrível necessidade d
                                                                                 -pronunciar a palavra? - religião.
                Assim saio à noite a pintar as estrelas.       
                                                                                          Vicente Van Gogh, numa carta ao seu irmão.
A cidade não existe
Exceto onde uma árvore de negra cabeleira escorre pra cima
como uma mulher afogada no céu quente.
A cidade está silênciosa. A noite ferve com onze estrelas.
Ó noite estrelada! Assim é como 
desejo morrer.

As estrelas se movem.Estão todas vivas.
Inclusive a lua avoluma-se em seus ferros alaranjados
para escorraçar crianças,como um deus, de seu olho.
A velha serpente invisível engole as estrelas.
Ó noite estrelada! Assim é como desejo morrer:

dentro dessa impetuosa besta noturna,
sugada por aquele dragão,
da minha vida sem bandeira,
sem ventre,
sem choro.


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algumas paredes ainda não cairam.